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Mais uma vez a situação da maior empresa de games da história não está nada boa. A Nintendo esse ano já reduziu o preço do seu novo portátil, o 3DS pra tentar concorrer com os iGadgets da Apple, anunciou que terá uma redução nos lucros esperados para esse ano de algo em torno de R$3,5 bilhoes para menos de R$700 milhões e agora sofre pressão dos investidores para fazer port dos seus games para iPhone, iPad e até mesmo Facebook.

 

Não é a primeira vez que a Nintendo se ve ameaçada por outra empresa concorrente, a Sony com a família Playstation, derrubou a gigante japonesa do seu trono Ocidental e por muito tempo ficou na frente em vendas com uma margem gigantesca de vantagem. Mas agora a situação é diferente e a empresa que está ameaçando “tomar o segundo lugar” nem mesmo tem um console para concorrer. O foco da Apple nunca foi games e a empresa nem mesmo pretende lançar um videogame ou nenhum aparelho específico apenas para jogos, mas o mercado de games para celulares e jogos casuais cresceu de forma a ameaçar as plataformas convencionas.

Quem acompanha a história da Nintendo sabe que a empresa começou a mais de cem anos com jogos de carta, tipo baralho japonês e nos anos 70 entrou em uma parceria com a Bandai e a Atari para começar no negócio de games eletrônicos. A entrada da Nintendo no ocidente teve suas dificuldades e a empresa precisou pela primeira vez se render aos costumes americanos e mudar o formato do seu console. O NES originalmente lançado como Famicom no japão, precisou ter seu formato todo reformulado para ser comercializado nos EUA. A versão japonesa era colorida e tinha características de brinquedo e para poder vender nos EUA os investidores sugeriram criar uma versão mais séria para que o console não tivesse um estigma de ser algo feito para crianças e entrasse no mercado como um produto eletrônico para todos os públicos. Foi a primeira vez que a empresa se rendeu a uma exigencia de grande porte e mudou seu produto de forma significante. Tempos depois, sofreu pressão para deixar de produzir games em cartucho e entrar na era da mídia Optica, mas a teimosia oriental fez com que a empresa lançasse o Nintendo64 com cartucho e foi o começo das quedas de vendas e a deixa para a Sony passar a sua frente.

Mas a Nintendo sempre foi a empresa da inovação e depois de ficar na sombra da Sony por um tempo e depois do fracasso do Game Cube, a Nintendo então aparece com a maior inovão na história do videogame e lança o Nintendo Wii. Pela segunda vez na história o videogame volta a ser foco de diversão em família (a primeira vez foi com o Atari) e a Nintendo recupera boa parte do mercado perdido. Mas uma parcela do mercado dos games, que durante muitos anos foi liderada pelo Gameboy e foi perdida para o portátil da Sony, o PSP, precisava ser recuperada e para isso a Nintendo lançou outra inovação no mercado, o Nintendo 3DS. Mas infelizmente, mesmo com a ideia de levar a tecnologia 3D para os portáteis, o 3DS chegou atrasado e bem no meio de uma guerra que ninguém apostaria a 3 ou 4 anos atrás. A Apple, líder no mercado de Smartphones e Tablets com seu iPhone e iPad, com a empresa valendo praticamente US$1 trilhão de dólares (atualmente mais do que o próprio país) “sem querer” entrou no mercado dos games com sucessos como Angry Birds e outros jogos casuais e viciantes com valores inferiores a $10 dólares, deixando difícil para a concorrencia bater em questão de valores e portabilidade (no mesmo aparelho que você faz ligação, ouve música e ve videos, navega na internet e responde emails, agora você também joga até com suporte online) abrindo espaço para a Apple dominar com tranquilidade o mercado dos games também.

Mais uma vez, a Nintendo se ve pressionada pelos investidores a mudar seu padrão e abrir mão da exclusividade de seus games e fazer port para o iPhone e outros gadgets da Apple. E para aumentar a pressão, a Pokemon Company anunciou o lançamento de seus jogos para o iPhone em breve.
Todas as outras concorrentes, já de olho nesse mercado, estão lançando suas versões de Smartphone, como por exemplo a Sony com o XperiaPlay e a Microsoft com o Windows Phone.

Conclusão, se a Nintendo não tomar uma iniciativa e entrar de vez no mercado Mobile, seja lançando um aparelho ou portando os seus jogos, vai ficar cada vez mais dificil concorrer com um mercado novo, com preços absurdamente baixos, facilidade de acesso e compra, com jogos tendo dirversão simples e viciante.

Tief

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Durante muitos anos o cartucho foi a única forma de armazenamento no mundo dos games. Cada vez maiores, os cartuchos foram aumentando sua capacidade para poder armazenar os jogos, que ao longo do tempo foram dobrando o seu tamanho. Para conhecer um pouco mais sobre as mídias de armazenamento, vãos separá-las em gerações.

1ª Geração (Atari, Intellivision e Odyssey II)

A primeira geração de cartuchos tinha o tamanho de armazenamento que variava de 2kB à 16 kB, mas os últimos cartuchos dessa geração ( lançados em meados de 80) tinha capacidade máxima de 32kB. Eram bem simples e de formato e tamanho quase padrão.

2ª Geração (Atari 5200, Colecovision e Arcadia)

Os cartuchos de segunda geração em nada acrescentaram. Na realidade, foi apenas uma tentativa infeliz da Atari em mudar a aparência dos cartuchos originais para algo um pouco maior e apostar no marketing de que “algo maior é melhor”.

3ª Geração (NES, Master System e Atari 7800)

Com a chegada da terceira geração de cartuchos e o inicio da famosa geração 8-bits, o tamanho dos cartuchos pularam de 32kB para até 768kB! Algumas particularidades aconteceram nessa geração, como por exemplo, o suspiro final da Atari em lançar a versão Atari 7800 com cartuchos com o dobro do tamanho, mas a mesma biblioteca de games, os primeiros cartuchos com suporte à save (o momento mais feliz da historia dos games!) com ajuda de baterias de Lithium (aquela baterias de relógio), mas que corriam o risco de perder os saves com muita facilidade. O mais famoso de todos os videogames da era 8-bits, o NES teve duas versões de cartuchos na época. Os japoneses de 62 pinos e os Americanos de 72 pinos. Lembro que na época era comum ter um adaptador de 72 pinos para poder jogar as fitas japonesas de “procedência duvidosa”.

4ª Geração (Super NES, Mega Drive e NeoGeo)

Em seguida foi a vez da quarta geração chegar com o poderoso Super Nes e sua capacidade de armazenamento de até 8,75MB. A média de tamanho de jogos entre Super Nes e Mega Drive era de 4mB. Uma particularidade dessa geração foi a chegada da NeoGeo como console caseiro, colocando no mercado o maior cartucho do mundo, tanto em espaço, quanto em tamanho, que poderia chegar até 111,5MB.

5ª Geração (Nintendo 64, Jaguar e Sega 32x)

A quinta e ultima geração “oficial” de cartuchos encerrou o cenário com uma decepção terrível em relação a aberturar de games em vídeos ou CGs. Por conta da limitação física dos cartuchos (64MB máximo do Nintendo 64), ficou difícil manter os jogos e videos em CGs com boa qualidade e a grande maioria dos games de N64, sequer tinham abertura Uma das grandes decepções da minha vida foi descobrir que Sub-Zero Mithologies tinha um vídeo com atores reais entre as fases no Playstation e não uma apresentação de Slides ao estilo Power Point na versão em cartucho do N64 e no port de Resident Evil foi a maior decepção em relação aos vídeos e CG. Houve de fato uma grande diferença em relação à qualidade dos bosses e personagens de RE pro N64, a qualidade do 3D no N64 era indiscutível, mas os vídeos eram pequenos e muito quadriculados.

Uma nova fase se inicia com as mídias ópticas.

Provavelmente o que definiu a vitória do Playstation contra o seu rival N64, com certeza foi a escolha da mídia, que alias, quem já acompanhou a história dos videogames, sabe que a princípio a Sony desenvolveu o CD-Rom voltado a games para a Nintendo, que no auge da sua teimosia preferiu manter o cartucho como sua mídia principal. A Nintendo saiu na frente com o nome 64-bits, dando a idéia de qualidade gráfica, mas com o passar do tempo, as pessoas caíram no encanto de games com aberturas em vídeo, com musicas cantadas e pessoas reais. A partir daí foi questão de tempo até a maré virar pro lado da Sony e o Playstation liderar o mercado de games por 3 gerações. Talvez a única desvantagem entre a mídia óptica e o cartucho seja o tempo de carregamento de jogo ou as famosas telas de loading. O cartucho carrega instantaneamente na memória do videogame o jogo, enquanto o CD-ROM, por exemplo, carrega parte dos dados, que geralmente são muito maiores, na memória do videogame, necessitando de um “tempo de loading” até o jogo estar disponível.

Laser Disc

As primeiras mídias ópticas foram os Laser Discs, com tamanho máximo de 540MB. Essas mídias não foram muito populares por conta do preço exorbitante e a dificuldade de encontrar games. Talvez o único game a ter ficado relativamente famoso foi Dragon’s Lair, uma espécie de desenho animado misturado com jogo. Então entra em cena a mídia que dominaria o mercado de música, games e armazenamento de arquivos, o famoso CD.

CD-ROM

Criado em 1990, o CD ou Compact Disc era capaz de armazenar algo em torno de 700MB, pouco mais de 10x o tamanho armazenado no maior cartucho de Nintendo 64. A mídia foi utilizada em diversos videogames ficando mais popular no Playstation. Alguns dos videogames que usaram essa mídia, além do Playstation foram o Jaguar CD, Sega CD, Turbografx CD, Sega Saturn, Amiga CD e NeoGeo CD. O final da saga do CD-Rom já dava sinais quando jogos pra Playstation chegavam a ter até 04 CDs, como foi o caso de Final Fantasy VIII e IX.

Em seguida, a Sega em seu ultimo espasmo post-mortem, lança uma versão maior de CD, conhecida como GD-ROM (Gigabyte Disc) com capacidade de 1,2GB de dados. Outras mídias “fora do comum” também foram lançadas como o UMD para PSP (1,8GB) e o Mini-DVD (1,5GB) para Game Cube, este ultimo usava um formato de arquivos exclusivos para o videogame.

DVD-ROM

Então veio o DVD com sua capacidade de 4,7GB, podendo chegar até 16GB com a versão DVD-18, mas mesmo assim o DVD só se popularizou até a versão DVD-9 de 8,54GB Dual Layer.  Da mesma forma que ocorreu com o CD, o DVD também começou a apresentar problemas de espaço, tendo que dividir jogos em mais de uma mídia. O DVD teve inicio no Playstation 2 e foi utilizado em outros videogames como Xbox e Xbox 360. É importante dizer que a partir dessa fase, os videogames começaram a ter pequenas funções de entretenimento, como por exemplo assistir filmes em DVD no Playstation 2. É claro que sempre houve formas de se converter vídeo e reproduzir no Playstation One, mas eram apenas “gambiarras” e a qualidade sempre foi grotesca.

Antes de falar em Blu-Ray, acho interessante comentar sobre a disputa que acabou colocando o Blu-Ray como o sucessor do DVD. A guerra era entre duas gigantes do mercado de Som e Tv, Sony com seu Blu-Ray e o HD-DVD da Toshiba. Acreditem ou não, o que definiu quem seria o sucessor do DVD, de certa forma foram os videogames. Quando a Microsoft desistiu de incluir o HD-DVD no Xbox 360 e resolveu manter o formato DVD, agora com dupla camada, e a Warner assinou contrato de exclusividade com o Blu-Ray, o tiro de misericórdia para a Toshiba foi a Sony anunciar o Playstation 3 com leitor e mídias Blu-Ray.

Blu-Ray

Nessa fase, entra a nova geração de videogames HD, com saídas prontas para as novas TVs de alta definição. Vale lembrar que o Xbox 360, por ser um pouco mais velho que o PS3, demorou um pouco mais para entrar na era HD, não tendo saída HDMI nas primeiras versões de seu console. Atualmente apenas o PS3 possui leitor de Blu-Ray e muito se especulou sobre a Microsoft adotar o formato em possíveis atualizações do seu videogame. Alguns jogos de Xbox 360 já apresentam o mesmo problema do CD-ROM e são vendidos em mais de uma mídia, como é o caso do Castlevania e o mais recente L.A. Noir. Este ultimo, por curiosidade também sofreu problemas de espaço com o Blu-Ray. A mídia comporta 25GB na sua versão normal e até 50GB na versão de dupla camada. Mesmo assim, de acordo com a produtora Rockstar, o jogo sofreu alguns cortes na história e muitas missões serão adicionadas posteriormente através de DLC , ou seja, por download.

Games por Download

O primeiro console totalmente sem mídia física foi o Zeebo. Uma parceria entre alguns países, incluindo o Brasil, lançou o videogame no mercado brasileiro pela Tectoy. O videogame tinha uma memória interna de 1GB para armazenar os jogos e conexão 3G, pela Claro no Brasil, para baixar os jogos da rede gratuita Zeebo. Infelizmente o videogame chegou um pouco tarde no mercado, com relação à lançamentos e gráficos e sofreu alguns cortes na biblioteca escassa e infeliz, tornando o fim do console algo esperado por todos. Infelizmente a idéia era boa mas não houve incentivo e apoio de grandes marcas de games e com tão poucos lançamentos o videogame foi praticamente natimorto. Outro videogame sem mídia física que também anunciou o seu fim foi o PSP Go. O Go foi uma tentativa infeliz da Sony em copiar o formato iTunes Store da Apple e vender a biblioteca do PSP direto pela PSN. Muitas pessoas acreditam que o futuro do videogame serão os jogos on-demand, ou seja, jogos pré instalados no console ou PC e com o conteúdo armazenado na nuvem, mas como a internet de altíssima velocidade ainda não é uma realidade na maioria dos países, e jogos atuais cada vez maiores, esse será um sonho ainda um pouco distante.

Algo vem incomodando os donos de PS3 e XBox360 que compram jogos usados. Uma espécie de Online Pass para poder jogar seus jogos online. O primeiro game que eu comprei com essa função foi o novo Mortal Kombat pra PS3 que veio com um voucher para baixar um onlinepass e poder jogar o game online.

Me lembro da época que tinha videogames de cartucho e rodava a Santa Ifigênia atrás de games usados, com o valor muito abaixo do preço do game novo na loja. fiz isso com o NES, Super NES, Nintendo 64 (Zelda Ocarina of Time eu só consegui por as mãos em um cartucho usado) e ultimamente tenho comprado bastante jogo usado de PS3, aproveitando que as condições dos jogos são sempre em ótimo estado e a mídia Blueray dificilmente apresenta qualquer tipo de risco.

Não é de hoje que jogos e softwares usados não são bem vistos pelas Softhouses. Se você já leu algum contrato ou licença de uso (coisa que eu duvido muito), na realidade você não “compra” o jogo ou software, você paga pela licença de utilização do produto, ou seja, você paga “pedágio” para jogar o jogo que alguém inventou e de acordo com a EULA, é proibido fazer cópias (claro), alugar, vender ou até mesmo emprestar! Concordo com isso até o ponto em vender uma cópia usada, na teoria, se eu não gostei do jogo, devo jogar no lixo e tomar muito cuidado para que alguém não revire minha lixeira e acabe encontrando um jogo chato e descartado e corra o risco de instalar em casa, jogar e se arrepender em ter se sujeitado a revirar o meu lixo. Acho que vender um jogo usado, de certa forma ajuda a promover a franquia e também a facilitar a vida de quem esta com pouca grana pra comprar o jogo na loja. Outra situação é quando o jogo não está mais disponível para compra em lugar nenhum, como jogos clássicos que já saíram da prateleira a algum tempo.

Minha Lista de Games

Eu sou 100% a favor da compra de games originais e até o meu PSP, famoso por ser o console mais pirateado da história, é original de fábrica e está atualizado na ultima versão disponível pela Sony. Todos os meus videogames usam jogos originais, mas nem todos os jogos foram comprados em lojas. Alguns eu consegui comprando usado e mesmo assim com preço não muito longe do que eu pagaria em uma cópia nova. A realidade do Brasil ainda está longe de poder viver de copias novas. O preço médio do jogo no mercado nacional, e eu não estou falando do mercado de importação sem nota, é de R$150,00, podendo variar entre R$99,00 os jogos um pouco mais antigos e R$200,00 pelos lançamentos. Fica complicado manter uma boa biblioteca de games com valores nessa faixa, ainda mais porque o maior problema do Brasil, além dos impostos abusivos, é que os jogos demoram muito para sair da faixa de preço de lançamento para o preço médio que deveria valer o jogo. Por exemplo: Um game lançamento nos EUA sai em média US$60,00 e depois algumas semanas, o game já está saindo por algo em torno de US$30,00, como é o caso do Killzone3, que aqui no Brasil, lançado quase simultaneamente ainda está com o valor de lançamento.

Outro ponto que poderia facilitar nas vendas de games novos é que quando alguém vende um jogo usado, provavelmente ele irá interar o valor da compra de outro jogo novo, mantendo o mercado ativo, mesmo que em menor volume caso ninguém tivesse comprado jogo usado dele. O que talvez não movimente nenhum valor para o mercado é a troca de games, mas essa prática é ainda menor, tendo em vista que os dois jogos já foram pagos por alguém e sempre haverá a necessidade de jogar os lançamentos e para isso alguém vai ter que comprar. Particularmente eu não gosto de trocas, tenho uma coleção em crescimento e mesmo que o jogo não tenha agradado muito, eu não me desfaço dele.

Para evitar esse mercado paralelo, algumas empresas, inclusive a própria Sony, estão adotando pequenas medidas como a inclusão de um Online Pass em seus jogos. A sony confirmou que os jogos que vierem a partir do lançamento de Resistance3 terão uma chave única chamada de PSN Pass, restringindo a opção de jogar online apenas a uma conta de PSN. Jogos como Mortal Kombat já tem a sua própria chave para se jogar online e é necessário pagar US$10,00 para comprar uma nova licença, caso você compre o jogo de segunda mão. Muitas outras táticas estão começando a surgir, como por exemplo o game Resident Evil The Mercenaries 3D  vem com uma função de deixar os gamers mais antigos um pouco irritados, uma vez iniciado o jogo, não é possível apagar os saves. Isso mesmo que você leu, não há como apagar o progresso do jogo e se você comprar esse game de alguém e não puder bater o record do antigo dono, vei ter que conviver com a ideia de que você é um Looser e merce voltar a jogar tetris no Brickgame. Brincadeiras a parte, a Capcom deu a seguinte justificativa:

O progresso das missões dentro do game são salvas de forma automática no cartucho, o que explicaria a impossibilidade de se apagar os dados. Como um dos principais objetivos do game é terminar as mesmas missões várias vezes para conseguir aumentar a pontuação em cada uma delas, a Capcom não acha que esse detalhe vai prejudicar o jogador”.

Ainda pretendo comprar jogos usados e como não disponho de uma conexão digna à internet, jogar online não tem sido uma opção para mim, logo essas restrições a principio não irã me incomodar. O problema vai ser quando começarem a  restringir o uso “Offline” do game, como a Ubisoft faz no polêmico Assassin’s Creed 2 que só pode ser jogado estando online.

Tief

Olá pessoas!

Eu queria estreiar o primeiro post oficial falando sobre a E3, mas antes de preparar o texto, resolvi experimentar o pedido de desculpas da Sony aos clientes utilizadores do serviço Playstation Network, chamado de Welcome Back.

Em 20 de Abril, a Sony teve o seu momento de “11 de setembro” e “as torres gêmeas” que cairam foi a rede Playstation Network, por praticamente um mês. De acordo com a Sony, a rede PSN sofreu um ataque hacker que além de derrubar o serviço, ainda obteve dados pessoais dos quase 80 milhões de usuários cadastrados.

A cosia ficou feia quando se falou em roubo de cartões de credito cadastrados na loja virtual Playstation Store. Quase um mês depois do incidente, a sony volta com um update de segurança e alguns brindes interessantes para as vítimas do ataque. A possibilidade de baixar gratuitamente 2 dentre 4 jogos para Playstation 3 e 2 dentre 4 jogos para PSP.

Imagina a minha alegria, duro no fim do mês, podendo baixar 2 jogos de graça e ainda poder experimentar o modo online do Mortal Kombat que pela falta da rede, não tinha experimentado socar algum gringo online no multiplayer do jogo. (Mentira, tomei uma surra do KCT, mais a culpa foi do lag. LOL. Essa história eu conto depois).

Os jogos disponíveis pra PS3 são: inFamous, Little big planet, Dead nation e Super Stardust. Como eu já tinha o inFamous, baixei o Little big planet e o Dead Nation.

Esse Dead Nation realmente me surpreendeu. É um jogo bem simples onde o objetivo é atravessar a cidade de um ponto ao outro sozinho e armado até os dentes. O problema é que a cidade esta infestada de zumbis ao estilo “Madrugada dos Mortos”, daqueles que saem correndo ao invés de ficar andando mongamente e gemendo. Bom esse é um assunto que um dia eu pretendo abordar aqui também. O jogo leva o mesmo estilo de Left 4 dead, com zumbis e mutantes metidos a Bioweapon, só que ao invés de FPS, o jogo tem visão aérea e os personagens são relativamente pequenos, mas sem perder a qualidade gráfica, que pra um jogo de menos de 2 Gigas é até bacana.

O legal é que o jogo tem uma certa dosagem de violência e bastante sangue pro tamanho dos personagens. claro que se você acabou de jogar o novo Mortal Kombat, é melhor terminar primeiro o little big planet, pra não achar que faltam visceras no jogo, lol.

Bom, resumindo, graças ao programa Welcome back da sony, nós brasileiros que não gastamos um centavo com a PSN e não colocamos nossos dados verdadeiros, muito menos cartão de crédito, 2 jogos for free pra passar o final de semana foi um bom pedido de desculpas. OK Sony, você me comprou mais uma vez!

Tief